segunda-feira, 20 de abril de 2015

O mistério continua

Dois mil ataques fizeram COCEGAS num disco voador. Milhares de testemunhas ASSISTIRAM TUDO em Los Angeles

A Batalha de Los Angeles ficou conhecida no mundo inteiro e ainda intriga até mesmo quem viveu na época. Em um misto de realidade com ficção, foram alguns dias de verdadeiro pavor nesta cidade dos Estados Unidos.

O que foi a Batalha de Los Angeles

Algumas semanas depois do ataque de Pearl Harbor, na Segunda Guerra Mundial, em fevereiro de 1942, um objeto voador não identificado surgiu no céu de Los Angeles.
A Batalha de Los Angeles, foto tirada na hora do ocorrido
A Batalha de Los Angeles, foto tirada na hora do ocorrido
Tal objeto causou furor na população já que, por causa do contexto de guerra em que o mundo estava vivendo, os norte americanos temiam que aquilo fosse um fruto da tecnologia japonesa, podendo ser um ataque enviado pelo país asiático contra os Estados Unidos.

Sistema de Defesa é instituído para a proteção do país

Com medo de sofrerem um ataque ainda maior do aquele da plataforma Pearl Harbor, as autoridades policiais e políticas acionaram o sistema de defesa da cidade sobre o objeto e iniciou-se um ataque ao mistério voador. Cerca de dois mil projeteis explosivos foram direcionados ao OVNI.
Essa Batalha de Los Angeles, no entanto, nada tinha a ver com a guerra vivida pelo mundo na época e, possivelmente, o objeto voador vinha de um lugar bem mais distante que o Japão. Estudiosos e testemunhas acreditam que ela tenha vindo de outro planeta.

Mortes causaram pavor no país inteiro

De acordo com os registros da época publicados em jornais dos Estados Unidos, pelo menos seis pessoas morreram por causa desse ataque. Destes, três mortes foram decorrente dos estilhaços gerados a partir do contra-ataque ao OVNI e os outros três de ataque cardíaco causado pela tensão do momento.
Nenhum dos seres que ocupada o objeto foi visto em nenhum momento. Dessa forma não tem como ser calculado se houveram mortes do “outro lado”. A nave lentamente desapareceu no céu da cidade californiana.

Entendendo as imagens

Na época, algumas imagens do ocorrido foram divulgadas em jornais, o que aumentou ainda mais o pavor da população da cidade. Ao mesmo tempo que esses cliques foram usados para comprovar a invasão de uma nave espacial, causou descrença e elevou a ideia de manipulação, mesmo que na época não existissem os programas modernos de hoje.
Importantes jornais da época noticiaram o ocorrido
Importantes jornais da época noticiaram o ocorrido
Em 2007, o pesquisador Steven Lacey usou as tecnologias disponíveis no século XXI para desmistificar o caso e analisar a imagem divulgada da “Batalha de Los Angeles”. Foi ele quem, com softwares de edição de imagem e muito estudo, chegou à imagem clara e nítida de que o objeto não identificado de 1942 era um disco voador, desses que a gente conhece de tanto ver em filmes.
“É possível observar, olhando atentamente para os pontos escuros que registram as explosões, que os projéteis não chegaram a fazer contato com a aeronave”, afirmou Lacey.
Segundo os estudos das imagens e de relatos de testemunhas, a nave não identificada voou lentamente sobre a cidade californiana e recebeu a batalha de Los Angeles, ou seja, os ataques dos militares dos Estados Unidos, calmamente enquanto o exército de esforçava para derrubá-la.
Imagem invertida mostra mais claramente o formato do OVNI
Imagem invertida mostra mais claramente o formato do OVNI
Por ter saído intacta da batalha e não ter sido atingida, Lacey acredita que se tratava de uma nave alienígena, pois seria impossível um equipamento humano ter tamanha tecnologia que resistisse ao bombardeio do exercito estadunidense.

De quem é a culpa?

Segundo testemunhas relataram ao jornal de Los Angeles, LA Times, as explosões atingiam anéis ao redor do objeto voador. Isso mostrou a Lacey que a nave tinha algum tipo de campo de força magnética que impedia o ataque dos mísseis e sua possível destruição.
Lacey ainda comenta que o curioso é que, apesar dos militares norte americanos terem disparado mísseis contra o objeto, pensando ser um ataque japonês da Segunda Grande Guerra, a aeronave não retrucou, ou atacou violentamente em qualquer momento. As mortes registradas foram culpa dos ataques americanos e não da nave.
Na tese, o pesquisador escreve que não haveria como a tal aeronave não perceber que havia um ataque ao seu redor, pois provavelmente estaria sendo pilotada por um ser de inteligência natural ou artificial.
“Portanto, fica óbvio que, quem quer que fosse o piloto, estava completamente tranqüilo. Suportando o máximo que podíamos fazer contra ele sem demonstrar qualquer sinal de preocupação”, concluiu o pesquisador.

Tecnologia na Segunda Guerra

O interessante na história da Batalha de Los Angeles é que ela aconteceu durante uma das mais severas e violentas guerras mundiais. Imagina se a
tecnologia presente nessa nave indestrutível tivesse sido aplicada nos canhões, aviões e mísseis da Segunda Guerra? Provavelmente o destino mundial teria sido outro.
Por essas e outras que fica difícil acreditar que aquele objeto voador tenha sido controlado e feito por humanos, já que esse tecnologia, certamente, teria sido usada para outros fins, e não apenas para dar uma volta sobre o céu de Los Angeles

Fonte: Mistério Mania

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Iniciando as atividades em 2015

O Ceuva iniciou suas atividade em 2015 no dia 12 de Fevereiro com uma palestra na Biblioteca Pública Municipal de Venâncio Aires. Na oportunidade foi feito um relato resumido das principais evidências ufológicas no decorrer dos tempos, como imagens em petróglifos, desenhos renascentistas de objetos voadores semelhantes a discos voadores e casos ocorridos no Brasil e no mundo. Mais de 22 pessoas compareceram neste evento promovido pelo Ceuva. Ao decorrer do ano vamos promover mais eventos aberto ao público, como também continuar com as pesquisas de campo, visto que, casos interessantes estão sendo coletados.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

PARA STEPHEN HAWKING: ALIENS VÃO TENTAR DOMINAR O NOSSO PLANETA

De acordo com o físico, não devemos contar com extraterrestres como os de Spielberg e sim esperar uma aproximação como a exibida pela série de TV “V”. Se ETs realmente existirem, eles irão querer dominar o planeta.
Para Hawking se eles saíram de sua Terra natal para visitar outros planetas é porque estão tentando explorar ou colonizar outros lugares.
Stephen Hawking tem 68 anos e sofre de uma doença neuro-motora que limitou seu controle sobre a fala e sobre o movimento – mas isso nunca o impediu de contribuir para a comunidade científica.
Ultimamente, ele está finalizando uma série de TV chamada “Stephen Hawking’s Universe” (o Universo de Stephel Hawking), que irá estrear na Discovery americana dia 9 de maio. Ainda não há previsão de quando a série será transmitida no Brasil.
Na série ele dá as suas opiniões sobre como seria a vida extraterrestre. Hawking sempre acreditou que os aliens existem – pelo universo ter centenas de milhões de estrelas, com planetas orbitando ao seu redor, os números tornariam impossível que a vida fosse exclusividade da Terra.
Segundo Stephen o problema não é saber se existe vida extraterrestre, mas sim como ela seria. Ele aposta que as espécies não seriam tão exóticas assim, se parecendo com as criaturas que encontramos na terra (desde bactérias a animais mais complexos). O físico admite a possibilidade de que há vida inteligente lá fora e declara, também, que tem medo disso.
Na visão de Hawking os aliens seriam criaturas em busca de colônias, o que os tornariam parecidos com os ETs que conhecemos no cinema. “É só olhar para nós mesmos e podemos perceber como a vida pode evoluir. E ela pode evoluir em algo que não queremos conhecer. Os aliens podem ter naves enormes e terem esgotado os recursos de seu planeta, se tornando nômades que buscam uma nova casa” declara.
Ele também diz que enquanto nós colonizamos e conhecemos melhor o espaço, devemos evitar o contato com ETs. “Se encontrarmos ETs ou se ETs nos encontrarem imagino que será como quando Colombo encontrou a América. E o resultado não foi muito bom para os americanos nativos” diz Hawking.Image title



Noticias GS

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Dia ensolarado na praia, em Titã

Um mar alienígena, composto por uma mistura viscosa de metano e etano líquidos, além de outros hidrocarbonetos, a uma temperatura de 180 graus abaixo de zero. Mas ainda assim, indiscutivelmente, um mar. A reflexão da tênue luz solar sobre a superfície líquida, recém-capturada de forma espetacular pela sonda Cassini, da Nasa, não deixa dúvidas.
Composição da imagens da sonda Cassini revela reflexo do Sol nos mares de Titã.
Composição da imagens da sonda Cassini revela reflexo do Sol nos mares de Titã.
Bem-vindo a Titã, a maior e mais impressionante das luas de Saturno, recoberta por uma atmosfera que só permite a observação da superfície em infravermelho, e ainda assim apenas em “janelas” de frequências muito estreitas.
Quando as sondas Voyagers passaram por lá, no início da década de 1980, esperava-se que elas fossem revelar a natureza desse mundo tão curioso. Contudo, a névoa densa que recobre toda a superfície impediu qualquer observação detalhada. O que, por si só, já é uma estranheza. Como Titã conseguiu manter uma atmosfera mais densa que a nossa, mesmo tendo menos da metade do diâmetro da Terra?
Ninguém sabe a resposta certa, mas uma das possibilidades é de que Saturno, dez vezes mais distante do Sol que a Terra, tenha tão pouca energia solar disponível que o frio ajude a conservar o ar. Quanto menos energia, menos agitação das partículas. Menos agitadas, elas atingem com menos frequência a velocidade de escape. Ficam, portanto, presas à lua, mesmo que a gravidade não seja lá grande coisa – bem menos intensa que a de Marte, por exemplo, que tem uma atmosfera, mas muito menos densa que a de Titã.
Outra coisa que chama atenção na lua saturnina é a composição atmosférica. Na porção mais próxima da superfície, ela tem 95% de nitrogênio e 5% de metano. Nitrogênio é também o gás predominante no ar terrestre (aqui corresponde a 80% do total). Já metano é um composto orgânico, muitas vezes associado à vida, que não sobrevive na atmosfera a não ser que seja reposto de forma contínua.
Essa composição faz de Titã um alvo preferencial dos cientistas para o estudo de química prebiótica, ou seja, capaz de dar origem à vida. Análises feitas pelas Voyagers e pela Cassini mostram que há grandes quantidades de moléculas orgânicas mais complexas na atmosfera.
As nuvens de Titã não entregam nada; veja Saturno ao fundo. A lua cinzenta menor é Dione.
As nuvens de Titã não entregam nada; veja Saturno ao fundo. A lua cinzenta menor é Dione.
TERRA CONGELADA
Ao menos nesse sentido, Titã poderia ser imaginado como uma versão da Terra primitiva que acabou “congelada” no tempo, diante do frio que faz nas profundezas do Sistema Solar. Poderia evoluir lá a série de reações químicas que culminam com a vida, tal qual a conhecemos?
Muito provavelmente, não. A temperatura da superfície de Titã é de 179 graus negativos, medida pela sonda europeia Huygens, que pousou lá em 2005, depois de uma viagem de sete anos acoplada à americana Cassini. Estamos falando de um frio tão intenso a ponto de água existir apenas como rocha sólida. O cenário em torno da Huygens mostrou diversas pedras arredondadas e brancas – gelo de água, tão duro quanto granito na Terra.
Não escapou aos cientistas o fato de as rochas serem arredondadas, como pedras de rios. E aí entra outro aspecto tão interessante quanto estranho de Titã: ele é o único corpo do Sistema Solar, além da Terra, a ter um ciclo hidrológico. A temperatura é tal que metano, em vez de água, pode estar ora em estado líquido, ora em estado gasoso. Ou seja, metano evapora e chove, e Titã tem vários lagos e pequenos mares dessa substância em sua superfície. Tão familiar e tão bizarro, tudo ao mesmo tempo.
Especula-se que, sob a atmosfera e a superfície congelada, Titã possa, a exemplo de outros mundos do Sistema Solar exterior, ter um oceano de água líquida, talvez misturado a amônia (que reduziria a temperatura de congelamento), mantido aquecido pelo efeito de maré. Não está descartada a presença de criovulcanismo – vulcões que expelem lava de água de vez em quando na superfície.
Será que, num passado remoto, esse oceano pode ter estado diretamente exposto à atmosfera, em forma líquida? Estudos feitos por Brett Bladman, da Universidade da Columbia Britânica, em 2006, mostram que pedras ejetadas da Terra por impactos de asteroides poderiam chegar a Titã.
“Micróbios da Terra podem ter sido levados à superfície de Titã”, afirma Ralph Lorenz, cientista britânico que participa da missão da Cassini, complementando que a chance de isso ter acontecido é baixíssima. “Se [os micróbios] calharam de pousar durante os primórdios de Titã, quando o oceano de água e amônia estava exposto à atmosfera, talvez possam ter florescido. Você nunca pode dizer nunca.”
VIDA COMO NÃO A CONHECEMOS
Uma ideia que talvez seja ainda mais intrigante é imaginar vida diferente da terrestre habitando Titã. Será que uma química completamente diferente não poderia usar metano como solvente, em vez de água? Há quem especule que formas de vida baseadas em silício – elemento químico similar ao carbono, mas bem menos versátil para formar moléculas – encontrariam um ambiente propício em mundos gelados. É uma proposta que há muito tempo circula na ficção científica e que pode fazer sentido em um ambiente tão alienígena quanto Titã.
Afinal, em meio àquele frio, a energia disponível para reações químicas é menor, e talvez as ligações feitas por carbono sejam fortes demais para ser quebradas à vontade. As de silício, menos poderosas, mas com características similares, talvez sejam melhores para construir a base de moléculas úteis para a vida.
Embora alguns astrobiólogos, como Dirk Schulze-Makuch e David Grinspoon, ousem imaginar possíveis metabolismos adequados a seres vivos em Titã, por ora tudo não passa de especulação. Parte-se da premissa de que a vida é um processo químico que pode se originar e se configurar de muitas maneiras diferentes. Não sabemos se esse realmente é o caso.
 
 
Mensageiro Sideral-UOL

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Participação na Radio Interativa FM



Participamos no dia 25 de Outubro no Programa Conexão 98 na Radio Interativa FM. Abordamos a história do Ceuva, suas pesquisas, eventos e ainda o que é astronomia, ufologia e alguns casos.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

China lança primeira missão de ida e volta à Lua

China lançou nesta sexta-feira (24) a primeira sonda espacial de ida e volta à Lua, mais uma etapa de um ambicioso programa espacial que pretende enviar astronautas ao satélite da Terra.
"A primeira fase da viagem foi um sucesso", anunciou a Administração Estatal de Ciências, Tecnologia e Indústria para a Defesa Nacional (SASTIND) em um comunicado.
O lançamento aconteceu na base espacial de Xichang, ao sudoeste da província de Sichuan. A sonda deve chegar à Lua, dar a volta no satélite e retornar à Terra.
No total, a sonda deve percorrer 413.000 quilômetros da Terra até o ponto mais distante em oito dias de missão. O pouso está previsto para a região chinesa da Mongólia interior (norte), segundo a agência estatal Xinhua.
Esta é a primeira vez que os cientistas chineses têm como meta o retorno de um módulo orbital, que precisará resistir na reentrada da Terra, em particular às elevadas temperaturas provocadas pela fricção do contato com a órbita terrestre, na qual penetrará a uma velocidade de 11,2 quilômetros por segundo, antes de reduzir a aceleração.
A missão pretende testar a tecnologia que será utilizada na missão Chang'e-5, (nome da deusa da Lua na mitologia chinesa), prevista para 2017, que deseja coletar mostras da superfície lunar.
Meio século depois do programa Apollo dos Estados Unidos, a China tem a Lua como objetivo e deseja se tornar o primeiro país asiático a enviar um ser humano ao satélite, provavelmente depois de 2025.
Em dezembro de 2013, o país conseguiu levar a sonda Chang'e-3 a pousar na Lua e deixar na superfície lunar um veículo teleguiado batizado de "Coelho de jade", uma missão que foi considerada um "êxito total".
O veículo lunar teve alguns problemas mecânicos que o deixaram em prolongadas fases de "coma".
A China destina bilhões de dólares ao programa espacial, considerado o símbolo da força da segunda maior economia do planeta.
 
G1

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Segundo relatos da FAB, OVNIs / UFOs o Brasil foi invadido por OVNIs em 1986


Crédito: A Tarde.
Segundo artigo de Luan Santo, para o site o jornal A Tarde, documentos oficiais comprovando a presença de OVNIs na Terra foram apresentados neste sábado, 18, durante o I Encontro de Ufologia Avançada da Bahia, no Hotel Golden Park, na cidade de Salvador.  Os registros que teriam sido disponibilizados pela Força Aérea Brasileiro (FAB) falam sobre o tamanho, a forma e a velocidade dos misteriosos objetos, como também apresentam relatos dos militares que perseguiam e foram perseguidos pelos OVNIs.
O evento, que foi promovido pela Revista UFO, pelo Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran (CEEAS) e pela Universidade Livre de Educação Cósmica (Unikósmica), contou com a participação de 120 pessoas e teve como objetivo incitar debates sobre a existência de vida fora da Terra.
Marco Antônio Petit, co-editor da Revista UFO, disse que um dos principais eventos ovnilógicos já registrados é a “noite oficial dos OVNIs no Brasil”, que ocorreu no dia 19 de maio de 1986, quando 21 objetos foram detectados pela Força Aérea.
Há relatos dos militares, com detalhes sobre a velocidade, trajetória. O ministro da Aeronáutica da época (Octávio Moreira Lima) chegou a declarar que a tecnologia era tão avançada que parecia magia“, disse Petit. Ele ainda disse que as aparições de OVNIs são muito frequente: “Não há um mês sequer que não tenhamos registros”.
Para Petit, o fato de os governos manterem estas informações sob sigilo está ligado a uma medida de controle. “A questão é admitir que existem seres que detêm tecnologia mais avançada do que a nossa e que entram no nosso espaço aéreo livremente”.
Petit também afirmou que a questão religiosa está mudando. “A própria Igreja Católica já fala sobre o tema, que não contradiz em nada a fé em Deus“.
Outra pesquisadora, a pedagoga Ana Santos, presidente do CEEAS e coordenadora da Unikósmica, disse: “Não estamos sós no universo e estes documentos provam isso“.
Fonte: atarde.uol.
OvniHoje